Tratamento do medo oriundo da infância

Na infância, quando faltam os meios de defesa da criança, a mesma tomba na urdidura perversa do adulto ou se torna rígida para não ceder às lágrimas, ao desespero, ou não reagir, com medo de punição mais rigorosa, refugiando-se na ira sob controle, que se prolonga por toda a existência, impedindo a naturalidade no comportamento, a afetividade espontânea, já que se encontra sempre sob tensão, não tendo valor para liberar-se através de uma catarse normal.

Por tal razão, é necessário que o paciente se conscientize do próprio medo, recuperando-se da infância atormentada, e tome as providencias compatíveis para liberta-se da rigidez muscular, da tensão emocional, readquirindo a alegria de viver.

 

Livro: Orientação terapêutica à luz da psicologia espírita. Psicografia de Divaldo Pereira Franco, pelo espírito de Joanna de Ângelis.