Jesus

Reis, juízes, heróis, generais e tiranos,

entre o outro e o poder, de vitória, em vitória,

comandaram na Terra a vida transitória,

erguendo sobre o povo os braços soberanos.

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E passaram fremindo, arrojados e insanos,

ébrios de ostentação e famintos de glória,

detendo-se, porém, nos túmulos da História,

relegados à dor de cruéis desenganos.

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Mas o Cristo, na palha, humilde e pequenino,

traz consigo somente o Coração Divino,

na exaltação do bem que ilumina e socorre…

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E, brilhando por sol generoso e fecundo,

em todas as Nações que engrandecem o mundo

é sempre o Excelso Rei do amor que nunca morre.

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Livro: Antologia Mediúnica do Natal. Psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo espírito de Amaral Ornellas.